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City Lights

Aluna da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts (e de Medicina, nos tempos livres)

City Lights

Aluna da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts (e de Medicina, nos tempos livres)

Barcelona

A única vez que estive em Barcelona foi há já alguns anos, numa viagem de família. Gostei, mas não amei por aí além e não entrou para a minha lista de sítios para revisitar.

Este ano tive a oportunidade de passar uma semana no Hospital Universitário de Barcelona e ainda tive a sorte de ficar com algumas das minhas melhores amigas, por isso lá fiz um sacrificiozinho e reconsiderei voltar a fazer a viagem.

O Hospital só nos ocupou as manhãs, deixando as tardes e noites estavam completamente por nossa conta. Por isso, toca de arranjar um mapa, uma lista de coisas para ver e depois é aproveitar ao máximo.

A verdade é que visitar uma cidade com a família e com amigos são duas coisas completamente diferentes. E desta vez voltei de Barcelona a adorar o sítio.

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Hasta la vista, Barcelona! 

 

Livraria Lello

Sou daquelas pessoas que, apesar de por norma devorar tudo o que tenha a ver com Harry Potter, nunca entrou na Livraria Lello. Nunca. Verdade seja dita, nunca vi muito interesse em lá ir, só porque a J.K. Rowling se inspirou nela para criar a loja do Ollivander. Vi o produto final nos filmes, li a descrição nos livros, criei uma imagem mental da coisa e isso foi suficiente para mim durante todo este tempo.

Isso mudou recentemente, quando as minhas companheiras de viagem acharam que não era admissível ir ao Porto e não entrar na Livraria Lello. Deixei bem claro que só pagava três euros (ainda que sejam deduzíveis em livros) para entrar numa livraria porque tinha uma relação, ainda que mínima, com o Harry Potter e era uma vergonha para mim ainda lá não ter ido.

Esperei cinco minutos na fila, mas sempre muito contrariada. 

E depois entrei.

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Este é o momento em que engulo o meu orgulho e admito que o raio do sítio é mesmo lindo. É lindo e faz-nos realmente sonhar. Não é uma desilusão, excede completamente as expectativas! Paguei três euros mas neste momento mais pagaria, se fosse preciso. Para quem aprecia este tipo de ambientes, vale cada cêntimo!

Check!

Harry Potter Challenge - Day 21

Any Part Of The Books/Movies That Makes You Cry

 

Não sou propriamente uma pessoa de choro fácil, muito menos nestas coisas de livros e filmes. Mas no que toca ao Harry Potter há algumas excepções...

 

As mortes que mais me custaram foram sem dúvida estas: Sirius, Dobby, Fred, Lupin.

 

A revelação do Snape. Always makes me cry.

 

A visita do Harry e da Hermione a Godric's Hollow na Véspera de Natal.

 

A última cena do último filmes. Acho que foi a ideia do fim que me fez chorar.

 

Quem Tem Um Carocha Tem Tudo

Fui ao S. João e esqueci-me de partilhar uma coisa importante! Lá para o meio da avenida, estava um primo afastado do meu carochinha, lindo que só ele, claramente a suplicar para tirar uma fotografia. E eu, claro está, fiz-lhe a vontade!

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Há poucas coisas na vida mais fofas que um Carocha! 

 

Harry Potter Challenge - Day 20

Harry Potter or Twilight

Com todo o respeito pelos fãs de Twilight, nem consigo perceber o que é que esta pergunta está aqui a fazer. Nunca tive a minha fase de Twilight, por isso não estou em posição de criticar por aí além, mas vi o filme coagida pela minha irmã e tenho a dizer que foi das piores experiências da minha vida ver o Cedric Diggory (que era o sonho de qualquer rapariga no Cálice de Fogo) transformado num vampiro/bola de espelhos.

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Vamos Falar de Gordos e Magros?

Considerem isto um desabafo pessoal, porque também tenho direito a fazê-los de vez em quando.

Nunca fui magra: na escola nunca fui Olivia Palito, nunca fui daquelas meninas de pernas muito fininhas, sem barriga, sem gordura que se visse. Mas também nunca fui gorda. Era uma miúda normal. Na puberdade aumentei de peso, mas foi coisa que não durou muito: em pouco tempo as mamas passaram para metade, a anca que tinha triplicado voltou ao tamanho normal, consegui voltar a enfiar o rabo em calças de tamanho aceitável. Em suma, voltei a ser uma miúda normal. Nunca serei top model, mas também nunca foi essa a minha intenção. Treino e como bem para ter um corpo bonito e saudável, e principalmente para não morrer aos trinta anos com um enfarte, não para corresponder a um determinado estereótipo. 

O grande problema aqui é que sou baixa. Tenho pouco mais de metro e meio e isso, aliado ao facto de não ter um peso considerável e ter uma estrutura mais ou menos esguia, faz-me sempre parecer mais pequena do que realmente sou. E é por isso que ouço constantemente as pessoas a mandarem-me comer mais. Para crescer.

Ora vamos lá ver uma coisa: se até esta idade não cresci, não vai ser agora que isso vai acontecer. Comer dois pratos cheios não me vai fazer aumentar vinte centímetros à altura. No entanto, talvez aumente bastante à largura.

E é isso que as pessoas têm que começar a perceber. Chega de criticar os outros pelo tipo de corpo que têm, principalmente se é algo que não podem mudar. Há quem não consiga engordar, quem não consiga emagrecer, e ouvir constantemente comentários depreciativos em relação a uma coisa que por si só já nos atormenta, não é propriamente uma ajuda à auto-estima. Nunca tive problemas com a minha imagem, rio-me quando me dizem que pareço mais nova e digo que é bom que assim seja sempre. Mas há uma altura em que as piadas deixam de ter piada, e começam a irritar: Come mais um bocadinho, que a tua irmã está maior do que tu! Só mais uma colherzinha para deixar de ser ver esses ossos. Se tivesses mais uns quilinhos essa saia ficava-te melhor!

Não é assim que funciona gente. Nunca ninguém ficou melhor por ser criticado com frequência, e não é por insistirem muito que isso vai mudar!