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City Lights

Aluna da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts (e de Medicina, nos tempos livres)

City Lights

Aluna da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts (e de Medicina, nos tempos livres)

My Kind of Thanksgiving

 

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Ontem foi dia de exame, o que é sinónimo de: dia de relaxar e aproveitar ao máximo as poucas horas de liberdade que nos são concedidas antes de termos que enfiar novamente o nariz nos livros. Estava Sol em Braga, o que em finais de Novembro é um pequeno milagre, por isso não pensámos duas vezes e fomos até ao centro.

A prioridade era repor as calorias gastas no exame, e para isso não há melhor do que um almoço no De Gema. Mas ninguém aguenta muito tempo sentado depois de despanhar um hamburguer daqueles, por isso fomos espreitar (e aproveitar) os descontos do Black Friday - lembram-se da saia da Zara que eu andava a namorar? Desceu para 30 euros e eu tive mesmo que a ir buscar!

O resto da tarde foi passada na conversa, a apanhar o máximo de Sol possível! Mas quando o frio começou a ser mais forte do que nós, tivemos mesmo que procurar refúgio... no The Cheesecake Story. Apesar de ser uma grande fã de cheesekace de forno (e aqueles são mesmo muito bons!), não consegui resistir ao brownie que tinha acabado de sair do forno! Cheguei a casa a rebolar, confesso, mas foi uma tarde muito bem passada e muito bem aproveitada, até porque ninguém sabe quando teremos outra oportunidade destas!

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Um Doce de Irmã

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Não há nada melhor (nem um acidente entre camiões TIR de Kit Kat e Kinder à porta da minha casa) do que receber miminhos na semana de exame. Naquele momento em que o meu cérebro se recusa terminantemente a funcionar, a minha irmã deitou mãos à obra e fez-me um Sapo de Chocolate: um dos doces preferidos do Harry Potter, para quem estiver curioso. E no fim, para além de uma dose extra de chocolate bem negro, como eu gosto, ainda havia um cromo com a minha cara e o meu nome... 

Conclusão: o resto do dia correu-me logo muito melhor... ah, e tenho a melhor irmã do Mundo!

 

Era uma vez... uma saia da Zara

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Vi esta saia no site da Zara já há umas semanas. Não lhe liguei nenhuma, até porque a tendência patchwork nunca foi uma das minhas preferidas desta estação. 

Mais recentemente, no instagram, apareceu-me a foto de uma blogger a usar a mesma saia. 

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E eu apaixonei-me. Pronto, foi assim amor à segunda vista. 

Mas não pensem que fui a correr comprá-la! Não, que o raio do bicho é em pele e, por isso, custa 40 euros. Por isso controlei-me. Gosto da saia, sim. Fui experimentá-la e não pareço um texugo dentro dela, é um facto. Mas dói-me a alma só de pensar em dar 40 euros por uma simples saia, ainda por cima uma minissaia (porque tem menos tecido, estão a ver a lógica?), que nem sequer é um clássico que eu tenho a certeza que vou poder usar durante anos. É um padrão peculiar, para ser simpática, que não me dá a mínima garantia de que no próximo Inverno ainda vou gostar dela o suficiente para a usar. 

Por isso, como sou a pessoa mais forreta que conheço, vou esperar pelo Black Friday. Ou então, se mesmo assim o preço ainda não me agradar, vou esperar pelos saldos. E acender uma velinha todas as noites para ver se ainda lhe consigo deitar as mãos nessa altura.

 

Que Descanse em Paz... Bem Merece!

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Vamos fazer uma homenagem mais do que meredida à minha mais fiel companheira dos últimos dois anos: a minha lapiseira.

É a coisinha linda azul da imagem, agora substituída pela preta e cor-de-rosa, também ela com a sua beleza, admita-se. Mas vai-me custar muito separar-me da minha lapiseira que deu ontem o seu último suspiro, sem qualquer aviso prévio, depois de dois anos e alguns meses (uma vida muito superior à esperada para uma lapiseira que, pelo menos pela minha experiência, não chegam a durar um ano!) a trabalhar arduamente porque eu tenho grandes dificuldades em escrever seja o que for a caneta, e sobrevivendo estoicamente a todas as quedas e maus-tratos (já agora, peço desculpa por isso).

E é por esta razão que não podia deixar de assinalar esta data. Vamos todos rezar pela alma da minha lapiseira que, tenho a certeza, será recebida como uma heroína no céu das lapiseiras e restante material escolar.

 

A Vida Inteira de Dieta

Às vezes parece que sou só eu, mas depois olho em volta e vejo que há muitos, muitos mais a passar pelo mesmo.

Há coisa de 7 anos, estava eu no pico da minha adolescência, sofri de anorexia nervosa. Não foi coisa para durar muito tempo porque tive a sorte de ter uma mãe que percebeu num instantinho que alguma coisa não estava bem, mas foi o suficiente para bater no fundo. E bati mesmo. Estive internada durante quinze dias porque estava num ponto em que não conseguia comer fosse de que maneira fosse. Mas depois, aos poucos, com a ajuda dos amigos maravilhosos que tive ao meu lado, da família e do meu pediatra que se dedicou a 200% ao caso, fui melhorando. Muito devagarinho, com muitos passos atrás, mas cheguei lá. E quando consegui estabilizar novamente num peso considerado normal, achei que me tinha livrado para sempre da doença. Hoje acho que não é bem assim. Mesmo estando satisfeita com o meu corpo, com o meu peso, com a minha aparência, há um bichinho que nunca morre e não nos deixa ser verdadeiramente felizes. Olhando para trás, vejo que desde essa altura nunca deixei de contar calorias, nunca deixei de me sentir culpada por faltar ao ginásio ou de pensar que tenho que compensar e treinar o dobro porque ontem comi alguma coisa que não devia. Tenho perfeita noção de que o meu estilo de vida, mesmo que tenha vindo a melhorar muito, está longe de ser saudável e, principalmente, está longe de ser uma coisa sustentável. Durante a semana tenho uma alimentação regrada, perfeita. Uma ou outra vez, numa ocasião mais especial, abre-se uma excepção e faço uma asneira mas, lá está, no dia seguinte tem que haver ginásio para que isso não me fique a pesar na consciência. O problema mesmo é ao fim-de-semana: depois de cinco dias sem me permitir uma única falha, naqueles dois dias acabo sempre por cair no exagero. Não há equilíbrio: vou do oito ao oitenta. E tem sido assim, desde que me lembro. Tenho perfeita consciência que tenho que mudar, que esta forma de vida não é boa nem para o meu corpo nem para a minha mente e que, a longo prazo, nunca resultará.

Mas quem diz que isto de encontrar a fórmula mágica da alimentação equilibrada, que não custa nada manter, associada a uma vontade inabalável de fazer desporto todos os dias, sem nunca cansar, sem nunca acordar com vontade de ficar a dormir em vez de se ir enfiar no ginásio, é fácil, está a pregar a maior mentira de todos os tempos. Eu estou há sete anos, por entre muitos erros (uns maiores que outros), a tentar encontrá-la e adaptá-la a mim. E não tem sido pêra doce. A vontade de mudar é muita, mas há fantasmas que nunca nos abandonam. É persistir, insistir, e nunca desistir. Um dia hei-de conseguir fazer as pazes comigo mesma e com a comida. Não sei bem quando, mas sei que esse dia vai chegar. E entretanto, só queria partilhar isto convosco. Porque sei que há por aí imensa gente a passar pelo mesmo, rodeados de testemunhos que fazem parecer tudo muito fácil. Não é. É difícil que se farta, mas eu sei que consigo!

Os do PAN não são Benfiquistas

Os senhores do PAN, os mais fresquinhos no Parlamento, ao que parece são tudo a favor dos animais e tudo contra os benfiquistas. Ora, eu não sou do Benfica nem sou do PAN, sou tão imparcial como a Suíça, por isso acho que posso falar disto sem me começarem a atirar pedras.

Então é assim: o PAN quer acabar com a brincadeira de porem a águia Vitória (o nome da moça tem 'c' ? Nunca sei estas coisas...) a sobrevoar o estádio da Luz antes de cada jogo do Benfica. Muito se tem falado sobre o assunto, e agora é a minha vez: eu concordo plenamente! Não sendo propriamente uma activista daquelas contra circos, touradas, casacos de pele e coisas assim desse género, acho que os senhores do PAN levantaram aqui, inocentemente, uma questão importante. É que eu não me importava nadinha com o bicho a voar às voltas no estádio, o que realmente me incomoda é que, durante aqueles breves instantes em que ela está por cima da minha cabeça, sofro de uma breve arritmia cardíaca, sempre com medo que a criatura se descuide em cima de mim. Pronto, é isto. Eu não sei se levam o bicho à casa de banho antes, para prevenir, ou se uma situação destas já aconteceu efectivamente a alguém ou não, mas a verdade é que eu tenho muito medo.

Por isso: muito bem, senhores do PAN, louvados sejam por levantarem questões pertinentes! 

Sozinho em Casa... Em Livro!!

This Illustrated "Home Alone" Storybook Will Make You So Excited For Christmas This Illustrated "Home Alone" Storybook Will Make You So Excited For Christmas

Provavelmente não vai estar à venda em Portugal a tempo do Natal, mas se estivesse, seria o melhor presente de SEMPRE! Conseguem adivinhar o que é? O livro ilustrado do filme Sozinho em Casa. 

É uma ideia tão genial que não sei como é que nunca  ninguém se tinha lembrado disto antes. Para quem, como eu, já tornou os filmes numa espécie de tradição de Natal muuuito mais importante do que o bacalhau, o perú ou as filhoses, está com certeza tão entusiasmado como eu com esta novidade.

Por enquanto, não faço ideia de como posso deitar as mãos a esta relíquia, mas vou tentar descobrir para vos contar tudo. E vocês aí desse lado, por fazor, façam o mesmo. Vamos reunir esforços, que esta é uma causa importante!

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We'll Always Have Paris!

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Não sabia bem o que escrever sobre isto, acho que não há muito para dizer, mas também não me sentia bem em deixar passar em branco.

E não sentia bem porquê? Quantos atentados, quantas mortes houve desde o último atentado a Paris? Muitos. E eu não falei aqui de nenhum deles. Não me afectaram por aí além, mas esta situação afecta. Afecta porque, hiprocrisias à parte, é aqui ao lado. Quando falam na televisão de bombardeamentos na Síria, olho para o lado. Quando França é atacada, sinto-me em perigo. Porquê? Porque estive em Paris há precisamente quinze dias. Já viram a pontaria? Já perdi a conta ao número de mortos declarados mas sei que, tivesse isto acontecido há duas semanas, eu podia ter sido um deles. Eu e a minha família. E é por isso que não podia deixar passar em branco. Porque sou hipócrita, sim. Talvez possa culpar a natureza humana, que nos faz tão centrados em nós próprios e tão pouco preocupados com os outros, ou talvez tenha que culpar unicamente a minha forma involuntária de pensar. Mas não consigo evitar. Quando acontece aqui tão perto, sentimo-nos muito mais afectados.

Por isso tudo o que tenho a dizer sobre isto é: it's a shitty world we live in. Em todos os sentidos...

 

São Martinho (outra vez...)

Não sou a maior fã do dia de S. Martinho. A única coisa que se aproveita, para mim, é mesmo o bom tempo que, quando calha, aparece por esta altura e nos dá uma folga bem merecida do frio e da chuva que em Novembro já estão aí em força. De resto, não gosto de castanhas (não gosto mesmo, a sério, nem sequer do cheiro delas a assar na rua!), não gosto por aí além de carne de porco, não bebo vinho... Estão a ver, não é? Para além disso, também nunca achei particularmente piada à lenda e fartei-me dela depois de ter passado os meus quatro anos de escola primária a ter que fazer um desenho e uma quadra sobre o S. Martinho todos os santos anos.

Por isso, desejo a todas as pessoas normais que até não desgostam do S. Martinho, um bom dia. Vejam lá se comem as castanhas rápido, que eu quero ir à Avenida hoje e não me apetece levar com o fumo!

E mãe, se quiseres mesmo muito fazer lombo de porco com castanhas, este é o dia, sim? Não esperes pelo fim-de-semana, quando eu for para casa!

Pijamas Quentinhos!

Acho que receber um pijama no Natal já se tornou numa espécie de tradição aqui por casa. Normalmente essa é a área de especialidade da minha avó, que parece que tem um dom especial para escolher os mais quentinhos e fofinhos e que duram uma vida sem ficar sem graça! É uma coisa que gosto tanto de receber que nos últimos anos comecei eu própria a oferecê-los, principalmente à minha irmã, que isto de andar a distribuir pijamas por gente que mal conhecemos não fica assim tão bem...

E é por isso que, apesar de saber perfeitamente que ainda falta mais de um mês para o Natal (não estivessem as minhas amigas constantemente a relembrar-me disso), já andei a espreitar um ou outro site para ter a certeza que não deixo escapar o pijama mais giro da temporada!

Por agora os meus preferidos são estes da Oysho, nenhuma outra marca me conseguiu encher as medidas desta vez, andam um bocadinho mais fraquinhas... mas também há que dizer que, depois de uma pessoa bater com os olhos neste conjuntinho do unicórnio (que até tem pantufas a combinar!!) há muito pouca coisa capaz de nos voltar a encantar! 

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Também há por aí fãs incondicionais de pijamas quentinhos como eu?

 

 

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