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City Lights

Aluna da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts (e de Medicina, nos tempos livres)

City Lights

Aluna da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts (e de Medicina, nos tempos livres)

Parem de inventar!

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Então uma pessoa leva tanto tempo a habituar-se às skinny jeans, a andar ali toda apertadinha e arriscar-se a ter problemas de circulação e tantas outras coisas para agora virem dizer que afinal estas já não prestam, queremos é de volta as calças mais largas. Ora, eu agora estava confortável! Agora não me apetecia lá muito mudar!

Mas primeiro vieram as calças estilo boyfriend... nunca foi muito a minha praia por isso fechei os olhos e deixei passar. Depois foi ver as calças à boa de sino a aparecerem por todo o lado como se fossem cogumelos... não tenho pernas de dois metros, por isso também é coisa que dispenso com facilidade. Mas agora a coisa parece ter pegado em força! Nas coleções da nova estação as skinny jeans estão mais do que mortas e enterradas! Eu vou continuar a usar, claro, até porque acho que é o estilo de calças que me assenta melhor, mas senti-me um bocadinho na obrigação de ir espreitar alternativas.Capturarh.PNG

Continuo a não achar muita piada a calças sem forma nenhuma, não me caem minimamente bem e, sinceramente, ainda estou para ver uma pessoa que saia favorecida com este corte. Mas fiquei surpreendida  por gostar mais ou menos (digamos um 6 numa escala de 0 a 10) destas mais escuras da Levis. Acho que são um bom intermédio, umas calças de transição. Mas não nos iludamos! Continuam a não ser calças para assentar bem a toda a gente: é preciso um bom rabo (que elas realçam o rabo até dizer chega!), é preciso umas boas coxas, uma boa proporção anca-cintura. E como se não bastasse, não vão bem com qualquer camisola nem com qualquer calçado nem com qualquer casaco. Por isso, se vamos apostar em força nestas calças, seria bom começar a pensar em renovar todo o guarda-roupa!

Aceitam-se donativos.

Falemos então dos Óscares

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Para mim, as melhores da noite. Cate Blanchett (Armani Privé) na cerimónia propriamente dita, e Elizabeth Banks (Ralph & Russo) na after party da Vanity Fair.

 

As Surpresas da Noite:

- Adorei a irreverência da Kerry Washington no seu Versace. Demorei uns dez minutos a decidir se gostava ou não.

- Pela primeira vez admiti em voz alta que gostei da roupinha da Lady Gaga.

- Nunca pensei ver chegar o dia em que a Alicia Vikander me ia desiludir do alto do seu Louis Vuitton.

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As Não-Surpresas da Noite:

- A Cate Blanchett estava de cair para o lado.

- O Leo ganhou um Oscar.

- O Inside Out ganhou um Oscar.

- O Mad Max ganhou muitos Oscars.

 

 

O ''chorei baba e ranho'' da noite:

- Aquele momentinho da Gaga no palco.

- A Kate Winslet e o DiCaprio.

 

- Ah, e este pequeno detalhe...

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Já experimentou desligar e voltar a ligar?

Ultimamente tenho sentido uma grande vontade de mudar. Não sei bem o quê, mas mudar. O meu pai diz que eu devo estar na crise de meia-idade, sempre fui muito precoce... o que deixou bem claro que não ia adiantar muito pedir-lhe ajuda. E como continuo sem saber bem o que quero realmente fazer, decidi que, já que tenho que começar por algum lado, vou começar pelo meu cabelo.

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Nunca tive um cabelo decente. Tinha uns caracóis de fazer inveja quando era pequenina, mas perderam-se. Neste momento, o meu cabelo não é carne nem é peixe, nem é liso, nem é encaracolado. Tem jeitos muito estranhos. Nunca fica bem, faça eu o que fizer! Por isso fiz uma pesquisa intensiva (mentiraaaa!) e decidi que quero esticá-lo, mantendo o comprimento um bocadinho abaixo dos ombros. Gosto do esticado total, mas ainda gosto mais quando tem umas ondinhas, acho que fica com um ar muito mais leve e natural. 

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E pronto, é isto. Enquanto não sai mais nada, pelo menos o primeiro passo está dado!

E por aí, algumas ideias giras para cortes de cabelo para uma pessoa em crise existencial?

O que eu gosto de botas!

Só na última semana comprei quatro pares de botas. Mas caaaalma, que eu não ganhei o Euromilhões! Comprei-os a vinte euros. Vinte euros os quatro. Cinco euros cada par. E não, não são horríveis, e a qualidade, não sendo excelente, é boa. Tive foi a sorte de apanhar a loja em liquidação total, porque ia mudar de instalações (by the way, nunca percebi isto de as lojas terem que se ver livres de tudo antes de mudarem de sítio...). Já tenho comprado lá muita coisa e gosto muito, por isso não tive receio pelo preço ser tão baixo. Fui lá num dia e trouxe dois pares. No dia seguinte não resisti e trouxe outros dois. Ainda fiquei a namorar uns sapatos... pode ser que lá passe outra vez. Tenho é que me despachar, que a notícia espalhou-se e os números desaparecem a voar!

Por agora, estou mesmo é apaixonada por estas da Zara. Acho que mesmo que todas as botas do Mundo estivessem a cinco euros, nenhumas me fariam esquecer estas belezas!

O preço é que é um bocadinho diferente... 70 euros. 

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Temos Barbies Novas

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Esta semana não se falou de outra coisa: toda a gente andava para lá de encantada por (finalmente) terem sido criadas Barbies com diferentes tipos de corpo. Agora há para todos os gostos: loiras, ruivas e morenas, altas, baixas, esguias e curvilíneas, diferentes tons de pele e até uma de raça negra. Atrevo-me a dizer que só fica aqui a faltar uma esquimó...

Dito isto, cá vai a minha opinião: era desnecessário. A sério, era mesmo. Porquê? Ora, eu sei que sempre houve esta grande polémica em torno do corpo da Barbie, por ser tão alta, tão magra, tão loira de olhos azuis, tão tudo. E tudo isso seria, como é lógico, prejudicial para as crianças que crescem com aquele ideal de beleza. Agora vejamos outra coisa: a Barbie foi feita com um corpo adulto, não de criança. Lembro-me que quando tinha idade para brincar com Barbies a minha principal preocupação não era ter aquela cintura, nem aquelas pernas... o que eu queria mesmo era que deixassem de fazer Barbies loiras e as fizessem morenas e de olhos castanhos como eu. Era nisso que eu me comparava à Barbie. E as bonecas morenas e ruivas já apareceram há muito tempo, a sério! Eu fartei-me de brincar com elas e não foi por isso que tive problemas de auto-estima. Entretanto cresci e comecei a ter esses problemas. Mas, surpresa das surpresas, a Barbie não teve nada a ver com isso. A questão era a persitência com que nos vendiam por todo o lado, televisão, revistas, publicidade, o ideal de beleza feminino. Foi isso que me causou, e continua a causar a tanta gente, muitos problemas, e isso ainda está a anos-luz de ser resolvido.

Por isso, minha gente, peço desculpa por ser sempre do contra, mas não consigo deixar de ver estas novas Barbies como um golpe de génio de marketing. É de aplaudir, sem dúvida, mas não nos iludamos a achar que vai mudar alguma coisa. Não vai. É só para nos taparem os olhos durante mais algum tempo enquanto continuam a pôr modelos anorécticas nos catálogos de moda.

Era uma vez... uma saia da Zara

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Vi esta saia no site da Zara já há umas semanas. Não lhe liguei nenhuma, até porque a tendência patchwork nunca foi uma das minhas preferidas desta estação. 

Mais recentemente, no instagram, apareceu-me a foto de uma blogger a usar a mesma saia. 

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E eu apaixonei-me. Pronto, foi assim amor à segunda vista. 

Mas não pensem que fui a correr comprá-la! Não, que o raio do bicho é em pele e, por isso, custa 40 euros. Por isso controlei-me. Gosto da saia, sim. Fui experimentá-la e não pareço um texugo dentro dela, é um facto. Mas dói-me a alma só de pensar em dar 40 euros por uma simples saia, ainda por cima uma minissaia (porque tem menos tecido, estão a ver a lógica?), que nem sequer é um clássico que eu tenho a certeza que vou poder usar durante anos. É um padrão peculiar, para ser simpática, que não me dá a mínima garantia de que no próximo Inverno ainda vou gostar dela o suficiente para a usar. 

Por isso, como sou a pessoa mais forreta que conheço, vou esperar pelo Black Friday. Ou então, se mesmo assim o preço ainda não me agradar, vou esperar pelos saldos. E acender uma velinha todas as noites para ver se ainda lhe consigo deitar as mãos nessa altura.